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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

O PREC na habitação, diz António Costa



“O plano tem o nome pomposo de 'Mais Habitação', mas o nível de intervenção pública só poderá resultar precisamente em mais desequilíbrios no mercado habitacional e particularmente do arrendamento.” - António Costa, "jornalista" ultraliberal

É urgente Portugal livrar-se dos Antónios Costa! Para eles o que importa é servir os “investidores” o sofrimento e a ruína de vidas de quem não é rentista pouco ou nada importam!
Que desgraça de país, noutros países (sim, na Europa neoliberal capitalista!) é a intervenção pública que permite resolver o problema da habitação, não é o mercado, mas vamos continuar a fingir que não é? Pelos vistos, há quem queira continuar a fingir, mentir, manipular... lá terão as suas razões…

A comunicação social é claramente co-responsável pelo sofrimento e declínio da população portuguesa, e colocou-se numa posição inimiga da maioria da população portuguesa!
O discurso desta gentalha até parece que a União Soviética não só não acabou como conquistou toda a Europa!
Como é que uma pessoa depois não vê na comunicação social uma inimiga quando é confrontada com esta constante desonestidade deliberada por parte da mesma?

Até quando vamos tolerar este degredo?

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Orçamento, terrorismo psicológico


Aquilo que António Costa, o João Leão, o Partido “Socialista”, os comentadores e outros propagandistas fazem à população portuguesa é terrorismo psicológico, e é assim há muito tempo, é o que a integração europeísta obriga, obriga a colossal aldrabice, são os “valores europeus”!

Alguma vez ouviram um jornalista a perguntar a um primeiro ministro, ministro das finanças, responsáveis sem legitimidade democrática da Comissão Europeia de onde veio a regra dos 3% de défice?
Eu nunca ouvi…
Uma população manipulada foi levada a acreditar que os 3% de défice é uma regra científica!

O Partido “Socialista” não está a resolver problemas da sociedade portuguesa, o Partido “Socialista” está a gerir o declínio da população portuguesa!
O Partido “Socialista” já teve muito tempo para mudar de vida.
António Costa não insiste em impor a tralha neoliberal à população portuguesa porque está a ser obrigado por forças superiores, ele a impõe porque António Costa é um neoliberal e acredita que o défice tem que estar abaixo dos 3% sempre, ele acredita nas “contas certas”!
As pessoas que querem que a era neoliberal acabe têm que parar de arranjar desculpas para quem andou e anda, apesar das oportunidades para mudar de atitude, a impor o Neoliberalismo.

Qualquer pessoa minimamente informada e honesta (o que automaticamente exclui 99% dos comentadores da comunicação social) sabe que para termos progresso temos que ter uma população com acesso a bens básicos como a habitação, saúde, condições de trabalho seguras, rendimentos que garantam uma vida digna.
Nós temos que garantir o básico por questões éticas e humanitárias como a garantia do básico é essencial para que todos se possam desenvolver e crescer.

Capitalismo não existe para que o ser humano floresça e cresça, existe para que uma minoria domine a maioria.
Como nós estamos a atravessar um período de declínio (definitivo?) do Capitalismo aqueles que dizem que estão aqui para servir o povo, como António Costa, já mal conseguem esconder o que verdadeiramente estão a fazer, estes responsáveis mais não estão a fazer que tratar da vidinha deles e dos familiares, o filho do Costa está na política, era só o que faltava era o filho do Costa servir às mesas ou ter que emigrar…

Que nós tenhamos o discernimento e a coragem para ver a realidade tal como ela é e a capacidade para a mudar.

Este comentário  foi originalmente um comentário para “Um Orçamento de "contas certas" para ir gerindo a divergência” no Ladrões de Bicicletas.

sábado, 6 de março de 2021

Vigaristas

 


António Costa é um vigarista tal como Passos Coelho!

António Costa, como todos os “europeístas”, incluindo aqueles “europeístas” que são contra a austeridade mas não colocam em causa o “europeísmo”, tomaram a decisão há muito tempo que a população não privilegiada é para ser sacrificada no altar do Deus Euro. 

Quando o BE e o PCP salvaram o Partido “Socialista” da pasokização (que estava a acontecer), logo, as carreiras políticas do Costa, do Santos Silva e outros(as)  “socialistas”, salvaram também o “europeísmo” neste país.
A primeira função do Centeno não era salvar a maioria da população portuguesa, era salvar o Euro e a União Europeia.

Alguns dirão “mas era melhor ter continuado com os sociopatas pafistas?”

Portando, temos que nos satisfazer com a austeridadezinha do Partido “Socialista”? 
O Partido “Socialista” não só não criou nenhum milagre económico como recusa-se a resolver problemas graves que têm sido fomentados por sucessivos governos neoliberais (incluindo os do Partido “Socialista”), e como isto não fosse suficiente andou este tempo todo a criar as condições para o aparecimento e reforço de uma extrema-direita mais assumida.

Portugal é uma sociedade em declínio há pelo menos 2 décadas, esta situação não se reverte com austeridade poucochinha e slogans “socialistas” da treta, os problemas da sociedade portuguesa resolvem-se com intervenção de um Estado comprometido com a melhoria das condições de vida da respectiva população, resolvem-se com políticas de habitação ambiciosas, resolvem-se com um combate SÉRIO à precariedade, resolvem-se criando as infraestruturas e formação de profissionais que sirvam a população sénior, resolvem-se investindo no SNS, resolvem-se criando as condições para que o trabalhador possa adquirir competências e assim contribuir para o desenvolvimento de Portugal.

Porquê insistir na utilidade do Partido “Socialista” para a resolução dos problemas da sociedade portuguesa? Será mesmo necessária mais uma década perdida para constatar quem o Partido “Socialista” verdadeiramente serve (não serve a maioria da população)?

Nós temos sido governados(?) por gente que não acredita em Portugal, gente que tratou da sua vida e do seus descendentes (o filho do Costa e a filha do Riu estão metidos na política).

Se nós não tivermos um Estado que aposte no avanço da população portuguesa o declínio da mesma vai continuar.
Não estou disponível para alimentar euro-ilusões (ou qualquer tipo de ilusões) e é por isso que escrevo como escrevo.