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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

O PREC na habitação, diz António Costa



“O plano tem o nome pomposo de 'Mais Habitação', mas o nível de intervenção pública só poderá resultar precisamente em mais desequilíbrios no mercado habitacional e particularmente do arrendamento.” - António Costa, "jornalista" ultraliberal

É urgente Portugal livrar-se dos Antónios Costa! Para eles o que importa é servir os “investidores” o sofrimento e a ruína de vidas de quem não é rentista pouco ou nada importam!
Que desgraça de país, noutros países (sim, na Europa neoliberal capitalista!) é a intervenção pública que permite resolver o problema da habitação, não é o mercado, mas vamos continuar a fingir que não é? Pelos vistos, há quem queira continuar a fingir, mentir, manipular... lá terão as suas razões…

A comunicação social é claramente co-responsável pelo sofrimento e declínio da população portuguesa, e colocou-se numa posição inimiga da maioria da população portuguesa!
O discurso desta gentalha até parece que a União Soviética não só não acabou como conquistou toda a Europa!
Como é que uma pessoa depois não vê na comunicação social uma inimiga quando é confrontada com esta constante desonestidade deliberada por parte da mesma?

Até quando vamos tolerar este degredo?

sábado, 11 de fevereiro de 2023

Acabem com o marxismo igualitário

 


O ultra-liberal Ricardo Pinheiro Alves também diz isto:
“Porque é que se continua a insistir na aplicação de políticas marxistas na educação, na saúde, na habitação, na legislação laboral e em muitas outras áreas?”

Este derrotado do 25 de Abril de 1974 verdadeiramente não tem vergonha nenhuma. O que serão políticas “marxistas” na educação e saúde? No tempo do Dr. Fascista Salazar as políticas não-marxistas é que eram boas!
A legislação laboral é também muito marxista, qualquer dia anda o patrão de chicote na mão e o trabalhador a levar com ele.
E que políticas de habitação Portugal tem? Portugal é um país que praticamente não tem habitação social, ao contrário desse gulag que é Viena, Áustria com os seus 60% de habitação social.

Olhem o gulag Karl Marx-Hof em Viena:


Os austríacos bem podem se esforçar em passar a imagem de bairro social mas o Mundo Livre Liberal sabe que o Karl Marx-Hof é na realidade uma masmorra com mais de 1 quilómetro de comprimento! Urge a libertação dos austríacos das garras do marxismo igualitário pela NATO!

Se calhar até era altura de Portugal ser mais marxista porque liberalismo não lhe tem faltado e olhem ao ponto a que isto chegou...

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Jornal Público censura a torto e a direito

 


Jornal Público lida muito mal com os críticos da União Europeia, isto já nem devia ser notícia para quem presta atenção à integração europeísta e acompanha os conteúdos (muitos deles pagos pela Comissão Europeia) do Público.

Deixei um comentário na notícia sobre os 300 mil milhões da UE para acabar com a dependência energética da Rússia no Público on-line, logo a seguir deixei de poder fazer comentários no Público on-line…

O meu comentário:


"300 mil milhões! Onde é que vão arranjar este dinheiro todo? Então em 2011 andaram a dizer que não havia dinheiro e agora parece que jorra dinheiro da pedra! E o que dizer dos aduladores do governo PàF, os tais que andaram a defender a teoria da conspiração "bancarrota", agora excitadíssimos por verem esta bonanza de Euros! Já não estão preocupados com a "bancarrota"? Afinal sempre havia dinheiro que farta..."

A mensagem que aparece ao tentar comentar novamente:


“Erro inesperado” diz o Público, e não vale a pena tentar de novo...
É mais assim “Nós não te queremos aqui mas não temos a coragem de dizer que as tuas opiniões são inconvenientes então inventamos um erro técnico para te impedir de comentar”.
Sei que o “erro inesperado” é uma aldrabice há muito tempo, portanto, se comentam no Público on-line e de repente este erro vos aparecer o mais certo são os censores do Público a tentarem se livrar de vocês!

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Orçamento, terrorismo psicológico


Aquilo que António Costa, o João Leão, o Partido “Socialista”, os comentadores e outros propagandistas fazem à população portuguesa é terrorismo psicológico, e é assim há muito tempo, é o que a integração europeísta obriga, obriga a colossal aldrabice, são os “valores europeus”!

Alguma vez ouviram um jornalista a perguntar a um primeiro ministro, ministro das finanças, responsáveis sem legitimidade democrática da Comissão Europeia de onde veio a regra dos 3% de défice?
Eu nunca ouvi…
Uma população manipulada foi levada a acreditar que os 3% de défice é uma regra científica!

O Partido “Socialista” não está a resolver problemas da sociedade portuguesa, o Partido “Socialista” está a gerir o declínio da população portuguesa!
O Partido “Socialista” já teve muito tempo para mudar de vida.
António Costa não insiste em impor a tralha neoliberal à população portuguesa porque está a ser obrigado por forças superiores, ele a impõe porque António Costa é um neoliberal e acredita que o défice tem que estar abaixo dos 3% sempre, ele acredita nas “contas certas”!
As pessoas que querem que a era neoliberal acabe têm que parar de arranjar desculpas para quem andou e anda, apesar das oportunidades para mudar de atitude, a impor o Neoliberalismo.

Qualquer pessoa minimamente informada e honesta (o que automaticamente exclui 99% dos comentadores da comunicação social) sabe que para termos progresso temos que ter uma população com acesso a bens básicos como a habitação, saúde, condições de trabalho seguras, rendimentos que garantam uma vida digna.
Nós temos que garantir o básico por questões éticas e humanitárias como a garantia do básico é essencial para que todos se possam desenvolver e crescer.

Capitalismo não existe para que o ser humano floresça e cresça, existe para que uma minoria domine a maioria.
Como nós estamos a atravessar um período de declínio (definitivo?) do Capitalismo aqueles que dizem que estão aqui para servir o povo, como António Costa, já mal conseguem esconder o que verdadeiramente estão a fazer, estes responsáveis mais não estão a fazer que tratar da vidinha deles e dos familiares, o filho do Costa está na política, era só o que faltava era o filho do Costa servir às mesas ou ter que emigrar…

Que nós tenhamos o discernimento e a coragem para ver a realidade tal como ela é e a capacidade para a mudar.

Este comentário  foi originalmente um comentário para “Um Orçamento de "contas certas" para ir gerindo a divergência” no Ladrões de Bicicletas.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Passos, Salvador da Pátria!

 


Os acérrimos defensores de Pedro Passos Coelho o viram, e continuam a ver, tal como os que amavam, e ainda amam, o fascista Salazar, como um salvador da pátria. Mas qual “pátria” eles pensaram ou pensam que foi ou está para ser salva?

Salazar apenas foi um salvador da pátria na propaganda. Salazar para além da repressão inerente ao seu regime fascista deixou um país vergonhosamente pobre e atrasado num contexto europeu apesar de Portugal não ter sido arrasado como outros países na 2ª Grande Guerra Mundial.
Passos Coelho estava a empobrecer a maioria da população por convicção, podem notar isso não só nas políticas seguidas mas também na forma e conteúdo das expressões utilizadas na altura da Troika e governo PáF. O desejo de empobrecimento da maioria da população sempre esteve nas mentes da coligação PàF.
É para mim claro que tanto Salazar como Passos Coelho viram (vê, no caso de Passos) o empobrecimento da maioria da população como uma ferramenta de domínio sobre a mesma.

Aquilo que aconteceu a partir de 2011 para além de ser uma agressão contra a maioria da população foi também um ajuste de contas com o 25 de Abril 1974, os idolatras de Passos sabiam bem ao que o governo PàF vinha, viram em Passos e no seu governo a oportunidade para regredir aos “bons velhos tempos”, tempos sem esquerda chata, sem Serviço Nacional de Saúde, sem trabalhadores com direitos e sem filhos desses trabalhadores com sonhos de uma vida melhor.
Tal como Salazar, Pedro Passos Coelho não é nenhum salvador da pátria, é um agressor dos interesses da maioria da população e um reacionário que não tolera o progresso humano.

Deve ser o segredo mais mal guardado em Portugal o facto do 25 de Abril 1974 ter deixado bastantes ressabiados, que continuem ressabiados e derrotados.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Propagandistas

 


Estes são os rosto de alguns dos propagandistas que andaram e andam a aterrorizar os “malandros” que “andaram a viver acima das possibilidades”, os que “têm que sair da zona de conforto”, ou seja, a maioria da população portuguesa não privilegiada sem acesso aos meios de comunicação social para se defender de propagandistas ao serviço das oligarquias nacionais e internacionais.
A maioria da população tem sido saco de pancada desta gente, gente que vive acima das possibilidades da maioria da população.

Antes da vinda da Troika o terreno foi sendo preparado para a vinda da mesma por algumas destas rascas figuras. Esta gente desejou a vinda Troika pois queria (e queria quem os paga) a utilizar para prosseguir com o projecto neoliberal de degradação nacional.

Uns já não estão neste mundo outros continuam a regurgitar aldrabices como a “bancarrota” nas Tvs, jornais e rádios.

sábado, 2 de janeiro de 2021

Vergonha!

 



Vergonha o que os “europeístas” tem feito à população portuguesa.
Mas olhem para eles e elas tão orgulhosos dos seus feitos.
Orgulhosos de um projecto anti-democrático e regressivo que condenou Portugal a uma estagnação que já vai em duas décadas e a uma depressão económica completamente artificial em 2011, disseram que “não havia alternativa”…
Portugal perdeu 9,6% da sua economia no pior da depressão económica provocada pelos euro-fanáticos troikistas!
O desemprego real atingiu os 25%!
Emigraram centenas de milhar!
E entretanto, é como nada disto tivesse acontecido, aí andam eles e elas nas TVs e jornais de +-  “referência” sempre com o “mais Europa!”, sempre a mesma ladainha...
Portugal não recuperou disto tudo, a população portuguesa tem sido manipulada por incessante euro-propaganda e foi obrigada a acomodar-se a esta deprimente realidade.
As gerações mais novas acomodadas à precariedade, baixos rendimentos e incapacidade de emancipação, os mais velhos depositados em casas onde simplesmente esperam a morte…
Mas os “europeístas” não querem saber, o que lhes interessa são as suas carreiras em Bruxelas e aparecer na TV e jornais para dizer qualquer completamente irrelevante para a vida da esmagadora maioria da população.