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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

Wolfgang Schäuble, um inimigo do povo

 

Wolfgang Schäuble está morto, não celebro a morte mas este alemão não deixa saudades.

Schäuble é um dos responsáveis pela Europa ser hoje um continente em decadência, ele esteve muito mais preocupado em salvar o Deutsche Bank do que em garantir a recuperação da Europa da crise financeira global que os agiotas criaram.
Schäuble foi um dos perversos que infligiram sofrimento ao povo, especialmente aos povos do sul da Europa, e a razão de ter sido um perverso deve-se ao facto da sua ideologia ser uma ideologia assente na justificação da acumulação de riqueza e poder nas mãos de uns quantos.

O jornal Público descreve-o assim:

“Schäuble foi uma figura central no esforço pesado de austeridade para tirar a Europa da crise da dívida.”

A Europa foi “salva”!! A tragicomédia em que nos meteram...
E já agora, esforço pesado para quem?
A decadente comunicação social é cúmplice da aldrabice “crise das dívidas soberanas”, é natural que defenda os seus heróis austericidas. E ainda acusam outros que não fazem parte do seu clube de andarem a distribuir “fake news”.
O que restará da comunicação social convencional do seu processo de destruição em curso?

Wolfgang Schäuble está morto mas não foi derrotado, ainda...

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Campeonato de Pilas austeritárias

 

É no que a austeridade se tornou, uma competição de pilas. 
Partido “Socialista” e Partido “Social Democrata” têm orgulho das políticas austeritárias, têm orgulho do declínio que impõem à maioria da população portuguesa.

Houve uma altura em que o populismo austeritário estava na moda, a população foi levada a crer no “não há alternativa”, depois, de tanta gente ficar queimada com desemprego, precariedade e emigração, o “não há alternativa” do Partido “Social Democrata” deixou de ser tolerado. O Partido “Socialista” percebeu que tinha que arranjar outro slogan, e assim popularizou o “contas certas” o que é dizer “não há alternativa” de outra forma…
Também o “contas certas” está a seguir o caminho do “não há alternativa”, está a ficar gasto.
Quais serão os próximos slogans que o Partido “Socialista” e Partido “Social Democrata” vão inventar para que nos possam impor a austeridade?

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Os crimes da Troika


"O consumo de drogas voltou às ruas das cidades. A impressão é que está a aumentar" - Sapo

"SICAD estima que haja quase 39 mil consumidores de crack em Portugal" - Público

"Os sem-abrigo aumentaram 78% em quatro anos: são mais de 10 mil, entre homens, mulheres, jovens, idosos, estrangeiros, famílias inteiras" - Expresso

Sobre o excesso de mortalidade no período oficial da Troika:

"taxas de mortalidade entre estes países que foram afectados pela crise financeira regional, registaram-se tendências variadas para resultados globais piores, que foram mais pronunciados em Chipre, Portugal e Grécia." - The Lancet


Este é o resultado das políticas criminosas austericidas da Troika e dos sucessivos governos euro-liberais.

A destruição mental e física das vítimas da austeridade tem responsáveis que podem ser facilmente identificados.

sábado, 15 de outubro de 2022

Decadência

 


“Bebés de mães portuguesas no estrangeiro equivalem a 20% dos nascidos em Portugal"

"Um quinto dos portugueses com idades entre os 15 e os 39 anos vivem no estrangeiro. Não surpreende assim que os bebés nascidos de mães portuguesas fora do país representam já uma grande fatia do total de nascimentos em Portugal, segundo o investigador Rui Pena Pires.” Público

Obrigado Partido “Social Democrata”;
Obrigado Partido “Socialista”;
Obrigado “contas certas”;
Obrigado União Europeia (projecto de paz e prosperidade... ha...ha...ha...);
Obrigado Troika;
Obrigado austeridade;
Obrigado baixos salários;
Obrigado precariedade;
Obrigado vistos gold;
Obrigado comunicação social e seus propagandistas;
Obrigado investidores/ rentistas que tornaram a habitação num item de luxo inatingível para a maioria;
Obrigado minoria que ganhou com a globalização capitalista;
Obrigado Neoliberalismo!

A sério, muito obrigado por terem arruinado Portugal e a maioria da população portuguesa!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Tirar Portugal da cauda da Europa Reloaded

Recentemente António Costa disse que quer tirar Portugal da cauda da Europa, é caso para questionar o que andou a fazer o Partido – que não é – Socialista em mais de 30 anos de integração europeísta?
Agora é que o Partido “Socialista” vai tirar Portugal da cauda da Europa?!
Porque não o fez antes?
Porque não o fizeram quando disseram que o Euro traria desenvolvimento e progresso?
Por esta altura Portugal já devia estar no pelotão da frente... Mas claramente não está!
António Costa é um indivíduo esgotado ao ponto de utilizar a mesma retórica utilizada nos anos 90, mas este é o tipo que vai tirar Portugal da cauda da Europa? Enfim…
Portugal, ou qualquer outro país, só se vai desenvolver se as políticas públicas forem direcionadas para tal, e o que nós temos visto, especialmente desde o Tratado austeritário de Maastricht, é um país a definhar devido a políticas neoliberais que são pregos no caixão dos interesses de desenvolvimento de Portugal.

“O PS é notoriamente o partido com o eleitorado mais envelhecido”

O Partido “Socialista” não tem nada que preste para oferecer a quem começou a nascer nos anos 80 (a não ser aos jovens do partido...), os anos do começo da integração europeísta, logo, por que razão os mais novos votariam neste partido? Para ficarem ainda pior, com mais sonhos destruídos, se os ainda tiverem?...
Às vezes parece que as pessoas já se esqueceram, com a integração europeísta nos prometeram paz e progresso não austeridade, humilhação e sofrimento eterno!
O Partido “Socialista” recolhe os votos dos reformados porque os reformados lembram-se do que o Partido “Social Democrata” fez entre 2011 e 2015. O Partido “Socialista” nada mais faz que gerir o medo do seu eleitorado alvo.

Uma conta simples:


 O que vai restar deste país se os partidos euro-liberais continuarem no poder?

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

O que a União Europeia era suposto ser

 

Como começou...                                        ...como istá indo.
How it started...                                         ...how it's going.

As imagens positivas que a Comissão Europeia divulga contrastam com as imagens de conflito e desagrado das ruas de várias cidades europeias. A Comissão Europeia bem pode mandar designers gráficos criarem as mais positivas imagens e gráficos com o objectivo de transmitir uma imagem de cumplicidade e serviço feito para com os povos europeus, contudo, a realidade é que as imagens, os gráficos, as conferências e as promessas de solidariedade não têm conseguido parar o crescente mal-estar dos povos em relação à União Europeia.

Foi-nos dito que a União Europeia era um projecto de paz e prosperidade, onde estão a paz e prosperidade?
Não há conflito armado na União Europeia, mas a ideologia neoliberal/ austeritária que domina a União Europeia cria mal-estar e conflitos crescentes.

Ainda há uma certa ideia que a União Europeia era um projecto progressista no início, que uma clique tomou conta do projecto Europeu e o tornou num projecto neoliberal austeritário, errado, a União Europeia que começou em 1993, substituindo a CEE (Comunidade Económica Europeia), foi sempre um projecto neoliberal. O Tratado de Maastricht que instituiu a União Europeia tinha nele embutido os constrangimentos fiscais como o défice deve ser sempre inferior a 3% e a dívida pública sempre inferior a 60% do PIB. A obrigação do défice ser sempre inferior a 3% e a dívida pública sempre inferior a 60% não têm fundamento técnico, são construções ideológicas, daí a União Europeia ser uma construção neoliberal desde o seu início.
A ideologia da austeridade reinante é o pilar fundamental da União Europeia, é responsável pelo declínio europeu e pela incapacidade dos Estados responderem de forma eficaz a crises, crises como a de 2008, não só não respondem de forma eficaz a crises como as crises ainda são utilizadas para punir os povos, especialmente os povos do sul da Europa.


What the European Union was supposed to be

The positive images that the European Commission disseminates contrast with the images of conflict and malaise on the streets of several european cities. The European Commission can ask graphic designers to create the most positive images and graphics in order to convey an image of complicity and service to the european peoples, however, the reality is that images, graphics, conferences and promises of solidarity have not been able to stop the growing malaise of the european peoples in relation to the European Union.

We were told that the European Union was a project of peace and prosperity, where is the peace and prosperity?
There is no armed conflict in the European Union, but the neoliberal/ austeritarian ideology that dominates the European Union is creating more and more malaise and conflict.

There is still a certain idea that the European Union was a progressive project at the beginning, that an evil clique took over the European project and turned it into a neoliberal austerity project, wrong, the European Union that started in 1993, replacing the EEC (European Economic Community), was always a neoliberal project. The Maastricht Treaty that instituted the European Union had built-in fiscal constraints such as the deficit must always be less than 3% and the public debt always less than 60% of GDP. The obligation of the deficit to always be less than 3% and the public debt always less than 60% has no technical basis, they are ideological constructions, hence the European Union has been a neoliberal construction since its inception.
The dominant austerity ideology is the fundamental pillar of the European Union, it is responsible for the european decline and for the inability of States to respond effectively to crises, like the 2008 crisis, not only do they not respond effectively to crises, the crises are used to punish the european peoples, especially the peoples of southern Europe.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Propagandistas

 


Estes são os rosto de alguns dos propagandistas que andaram e andam a aterrorizar os “malandros” que “andaram a viver acima das possibilidades”, os que “têm que sair da zona de conforto”, ou seja, a maioria da população portuguesa não privilegiada sem acesso aos meios de comunicação social para se defender de propagandistas ao serviço das oligarquias nacionais e internacionais.
A maioria da população tem sido saco de pancada desta gente, gente que vive acima das possibilidades da maioria da população.

Antes da vinda da Troika o terreno foi sendo preparado para a vinda da mesma por algumas destas rascas figuras. Esta gente desejou a vinda Troika pois queria (e queria quem os paga) a utilizar para prosseguir com o projecto neoliberal de degradação nacional.

Uns já não estão neste mundo outros continuam a regurgitar aldrabices como a “bancarrota” nas Tvs, jornais e rádios.

sábado, 2 de janeiro de 2021

Vergonha!

 



Vergonha o que os “europeístas” tem feito à população portuguesa.
Mas olhem para eles e elas tão orgulhosos dos seus feitos.
Orgulhosos de um projecto anti-democrático e regressivo que condenou Portugal a uma estagnação que já vai em duas décadas e a uma depressão económica completamente artificial em 2011, disseram que “não havia alternativa”…
Portugal perdeu 9,6% da sua economia no pior da depressão económica provocada pelos euro-fanáticos troikistas!
O desemprego real atingiu os 25%!
Emigraram centenas de milhar!
E entretanto, é como nada disto tivesse acontecido, aí andam eles e elas nas TVs e jornais de +-  “referência” sempre com o “mais Europa!”, sempre a mesma ladainha...
Portugal não recuperou disto tudo, a população portuguesa tem sido manipulada por incessante euro-propaganda e foi obrigada a acomodar-se a esta deprimente realidade.
As gerações mais novas acomodadas à precariedade, baixos rendimentos e incapacidade de emancipação, os mais velhos depositados em casas onde simplesmente esperam a morte…
Mas os “europeístas” não querem saber, o que lhes interessa são as suas carreiras em Bruxelas e aparecer na TV e jornais para dizer qualquer completamente irrelevante para a vida da esmagadora maioria da população.